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Artigo original
Determinação da posição dos ápices dentários de molares e pré-molares inferiores utilizando tomografia computadorizada - estudo in vitro
Determining the position of lower molars and premolars’ apexes through computed tomography - in vitro study

Palavras-chave: Tomografia computadorizada por raios X; Mandíbula
Key-words: Tomography, X-ray computed; Mandible

Fernanda Silveira da Cunha
Ana Elisa da Silva
Naiara Leites Larentis
João Carlos Fraga
Vânia Regina Camargo Fontanella

RESUMO

Introdução: Verificar, in vitro, se, utilizando a tomografia computadorizada, é possível medir com confiabilidade, a distância entre as corticais ósseas e os ápices dentários de molares e pré-molares em mandíbulas humanas secas, além de determinar a relação de proximidade dos dois grupos com as corticais. Material e Métodos: As imagens das peças ósseas foram obtidas por tomografia computadorizada. A partir delas, as mensurações dos ápices selecionados, até o limite interno das corticais ósseas, vestibular e lingual (AP-CVi e AP-CLi), foram realizadas, por quatro observadores, sendo três não calibrados (A, B e C) e um calibrado (D). A concordância interexaminador, para os observadores A, B e C, assim como a intra para o observador D, foram calculadas por meio do Teste de Concordância de Kendall. A partir das médias geradas pelo observador D, foi calculada a comparação entre os grupos de ápices (molares, raiz mesial: M-M; molares, raiz distal: M-D e pré-molares: PM) e as medidas AP-CVi, AP-CLi, utilizando os Testes Não-paramétricos de Kruskal Wallis e Wilcoxon, ambos com á=5%. Resultados: Uma boa concordância tanto inter (A, B, e C) quanto intra-examinador (D) foi observada, sendo a última quase perfeita. Não houve diferença significativa nas distâncias em relação aos diferentes grupos e entre as distâncias vestibular e lingual para os grupos M-D e M-M, sendo que para o grupo PM a distância lingual foi significativamente maior do que a vestibular. Conclusão: A tomografia computadorizada é um método reprodutível para a obtenção da distância entre os ápices dentários e as corticais ósseas, tanto na avaliação inter quanto intra-observador. Pré-molares e molares não diferiram quanto à posição dos seus ápices, contudo os pré-molares apresentaram seus ápices significativamente mais próximos da cortical vestibular do que da lingual.
ABSTRACT

Introduction: To verify, in vitro, the possibility to reliably measure, through the use of computed tomography, the distance between bone corticals and apexes of molars and premolars in dry human mandibles, and to determine the proximity relation of the two groups with the corticals. Materials and methods: Bone images were gathered by computed tomography. Four observers took measurements, in which three were not calibrated (A, B and C) and one was calibrated (D), from the selected apexes to the inner aspect of buccal and lingual bone corticals (AP-iBC and AP-iLC). Interobserver agreement of observers A, B and C, as well as, intraobserver agreement of observer D, were calculated through Kendall’s Test. Through observer D averages, the comparison between the apexes groups (molars, mesial root: M-M; molars, distal root: M-D and premolars: PM) and the AP-iBC/AP-iLC measures were calculated by Kruskal Wallis e Wilcoxon Non-Parametric Tests, both at á=5%. Results: Good inter (A, B and C) and



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