A
ABO, como entidade que representa nacional
e internacionalmente
os mais de 218 mil cirurgiões-dentistas
em atuação no Brasil, tem uma
preocupação com o profissional
que extrapola as questões corporativas.
Isso pode ser percebido nas bandeiras políticas
defendidas pela entidade, como o fim da Contribuição
Provisória sobre Movimentação
Financeira (CPMF) e a oposição à Medida
Provisória 232, que aumentava o imposto
de renda dos prestadores de serviços – afinal,
antes de representar cirurgiões-dentistas,
representamos cidadãos. Neste contexto
de preocupação global, a qualidade
de vida do cirurgião-dentista também é uma
bandeira da entidade – afinal, antes
de representarmos cidadãos, representamos
também seres humanos.
Essa preocupação com a saúde
dos CDs é evidenciada pelas parcerias
firmadas com planos de saúde, por
ações realizadas em todo o
território nacional, como a campanha
antitabagismo, e pela matéria desta
edição da Revista ABO Nacional. Nas
próximas páginas, o cirurgião-dentista
vai ser confrontado com hábitos que
acarretam risco à saúde do
coração, informado sobre as
mais novas descobertas da área e encorajado
a adotar comportamentos que garantam melhor
qualidade de vida. São inegáveis os avanços
da Odontologia nacional e as conquistas do
cirurgião-dentista brasileiro no âmbito
profissional. Mas sempre haverá adversidades,
e, diante delas – aconselham os médicos
especialistas entrevistados nesta edição –,
não se deve perder o controle emocional.
A literatura científica é rica
em comprovações da influência,
entre outros fatores, do humor na saúde,
especialmente no bom funcionamento do coração
e do sistema circulatório. O cirurgião-dentista,
que cuida do sorriso de seus pacientes, deve
sorrir mais para viver melhor – e,
assim, ajudar quem está na sua área
de influência a manter saúde
e o bem-estar. Boa leitura! |